Osamah Yahya/dpa - Arquivo
MADRID 22 out. (EUROPA PRESS) -
Doze funcionários da ONU que foram detidos no último fim de semana por rebeldes houthis na capital do Iêmen, Sana'a, deixaram o país na quarta-feira em um voo fretado pelas Nações Unidas, que voltou a exigir respeito por suas instalações e funcionários.
Os rebeldes houthi invadiram a sede da organização e detiveram um grupo de funcionários, doze dos quais saíram. Três outros "estão livres para se mover ou viajar", de acordo com uma breve declaração do escritório da ONU no Iêmen.
No entanto, outros 53 funcionários da ONU "continuam a ser arbitrariamente detidos pelas autoridades 'de fato'", além de outros trabalhadores de ONGs, organizações da sociedade civil e até mesmo missões diplomáticas. A ONU está "em contato constante" com a insurgência, que controla grande parte do Iêmen, e com os países envolvidos nesses casos, a fim de garantir a libertação de todos os detidos.
O Iêmen está em caos há mais de uma década, período durante o qual os rebeldes consolidaram seu poder e expandiram seu raio de ameaça. Os Houthis, aliados do Irã, intensificaram seus ataques a Israel nos últimos dois anos em retaliação à ofensiva militar na Faixa de Gaza.
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