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MADRID 23 abr. (EUROPA PRESS) -
Várias ONGs pró-palestinas dos Estados Unidos denunciaram nesta quarta-feira batidas "agressivas" e "coordenadas" das forças de segurança contra as casas de ativistas que participaram de manifestações contra a ofensiva israelense na Faixa de Gaza na Universidade de Michigan.
O Council on American-Islamic Relations (CAIR), uma ONG muçulmana de direitos civis, informou que o FBI e a polícia de Michigan fizeram buscas nas casas de vários manifestantes, prenderam-nos e apresentaram acusações contra eles.
"O CAIR-MI está alarmado com essa resposta policial crescente e desproporcional e estamos monitorando ativamente as violações dos direitos civis. A dissidência pacífica não é um crime", disse a ONG em uma postagem na mídia social apoiada pela Tahrir Coalition e pela Ann Arbor Community for Palestine.
A organização pró-palestina Students Allied for Freedom and Equality of Michigan (SAFE), suspensa após ser acusada de violar as regras de conduta da universidade, publicou um vídeo em que agentes do FBI parecem entrar em uma casa na cidade de Ypsilanti, no condado de Washtenaw.
As ONGs mencionadas garantiram que as batidas foram realizadas após a aprovação da Procuradora Geral de Michigan, Dana Nessel, embora até o momento as autoridades estaduais dos EUA não tenham feito uma declaração oficial sobre o assunto.
As alegações surgem em meio a uma onda de prisões de manifestantes palestinos e pró-palestinos nas últimas semanas, incluindo a do ativista Mahmoud Jalil. Várias universidades, como Michigan e Columbia, foram palco de grandes protestos pró-palestinos após a ofensiva israelense na Faixa de Gaza.
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