Publicado 03/03/2026 23:38

A OMS relata três profissionais de saúde mortos e seis feridos após os ataques de Israel no sul do Líbano.

Archivo - Arquivo - Imagem de arquivo do diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus
Carsten Koall/dpa - Arquivo

MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) - O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, condenou nesta terça-feira a morte de três profissionais de saúde e outros seis ficaram feridos enquanto resgatavam pessoas afetadas pelas explosões registradas durante o dia em Tiro, no sul do Líbano.

“A expansão do conflito no Oriente Médio tem um impacto cada vez maior nos serviços de saúde da região”, lamentou Tedros em uma mensagem nas redes sociais, onde alertou para o “alto” risco enfrentado pelos profissionais de saúde da região devido às hostilidades desencadeadas pelo ataque conjunto lançado por Israel e Estados Unidos contra o Irã em 28 de fevereiro.

Nesse sentido, reivindicando o “trabalho vital” dos profissionais de saúde, especialmente em “tempos de crise”, o dirigente da organização instou as partes em conflito a respeitar o Direito Internacional Humanitário e a proteger os profissionais de saúde, as instalações e os pacientes.

“Apelo à máxima moderação, para que as vozes da sabedoria e da paz se elevem acima do som dos bombardeios”, concluiu, salientando que “a paz é o melhor remédio”.

Vale lembrar que o Ministério da Saúde Pública libanês elevou, no mesmo dia, para 50 o número de mortos e para 355 o de feridos pelos ataques realizados pelo Exército israelense contra sua capital, Beirute, e o sul do país, em resposta ao lançamento de projéteis pelo partido-milícia xiita Hezbollah.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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