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MADRID 4 mar. (EUROPA PRESS) - O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, exortou nesta terça-feira que seja garantida a proteção de hospitais e clínicas no contexto da guerra entre os Estados Unidos e Israel e o Irã, onde o próprio Tedros aludiu a danos pessoais e materiais em vários centros de saúde, e salientou que “a paz é o melhor remédio” para pôr fim às diferenças. “As instalações sanitárias, o pessoal e os pacientes são afetados pelo conflito em curso no Irã”, alertou em um comunicado divulgado através das suas próprias redes sociais, no qual salientou que, “em tempos de crise, os hospitais e as clínicas são mais necessários do que nunca. Por isso, é imperativo garantir sua proteção em todos os momentos”.
O líder da OMS referiu-se, neste sentido, a informações divulgadas nos últimos dias sobre “explosões perto do Hospital Motahari, em Teerã, capital do Irã, (que) danificaram partes do centro de saúde e obrigaram à evacuação de pacientes e pessoal de saúde” no domingo passado, bem como a “dois centros de emergência médica na cidade de Sarab, no centro do Irã, e na cidade de Hamedan, no oeste", onde foram registados danos e "pelo menos dois profissionais de saúde ficaram feridos". Neste contexto, Tedros defendeu que "a paz é o melhor remédio". "Exorto novamente todas as partes a evitar que as instalações sanitárias, os trabalhadores e os pacientes se tornem vítimas do conflito", afirmou.
Embora a ofensiva americano-israelense contra o Irã tenha durado apenas quatro dias, não é a primeira vez que o líder da Organização Mundial da Saúde se pronuncia sobre informações como essas desde o início do conflito, pois no mesmo domingo ele descreveu como “extremamente preocupantes” as informações sobre os danos sofridos pelo Hospital Gandhi, em Teerã, pelos bombardeios contra a capital iraniana em uma campanha militar que, nesta terça-feira, já atingiu 800 vítimas fatais.
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