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MADRID 15 mar. (EUROPA PRESS) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou neste domingo que destinará dois milhões de dólares (cerca de 1,75 milhão de euros) de seus fundos de emergência aos sistemas de saúde do Líbano, Iraque e Síria.
Esses recursos servirão para “reforçar a coordenação de emergências, o atendimento em traumatologia e a vigilância de doenças”, destacou a OMS, que espera garantir também o acesso a medicamentos essenciais e suprimentos médicos.
“O número de vítimas aumenta, assim como os ataques contra o sistema de saúde, o que sobrecarrega os sistemas de saúde justamente quando eles são mais necessários”, afirmou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, em uma mensagem publicada nas redes sociais. Por isso, ele insta todas as partes a “escolherem o caminho corajoso rumo à paz, que salva vidas”. A diretora da OMS para o Oriente Médio, Nana Balkhy, destacou, por sua vez, a necessidade de contar com profissionais de saúde da linha de frente em um momento em que estão sendo feitos cortes significativos no sistema.
Especificamente, no Líbano, há cada vez mais feridos devido aos ataques das milícias do Hezbollah em apoio ao Irã e aos “devastadores contra-ataques de Israel” no sul da capital, Beirute. Também no Iraque, os serviços de saúde estão sofrendo com a pressão causada pelo aumento do número de feridos, especialmente nas zonas de bombardeio ou de manifestações que terminam em violência.
Por fim, serão destinados 500 mil dólares à Síria para levar ao país medicamentos que salvarão vidas e suprimentos para a população deslocada, bem como meios para monitorar doenças. A OMS lembrou que precisa de 633 milhões para cobrir as necessidades do Oriente Médio durante todo o ano, mas até março havia recebido apenas 37% desse financiamento.
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