Europa Press/Contacto/Telmo Pinto
MADRID 11 jun. (EUROPA PRESS) -
Oito dos doze tripulantes do navio da Flotilha da Liberdade ainda estão detidos em Israel, cujas autoridades afirmam que eles "entraram ilegalmente" no país, apesar de terem sido presos em águas internacionais a caminho da Faixa de Gaza com ajuda humanitária.
Os voluntários detidos foram levados a um tribunal na cidade de Ramla, que revisou os mandados de prisão emitidos contra eles pelo Ministério do Interior, que está tratando os 12 membros da tripulação como se eles tivessem "entrado ilegalmente" no país, de acordo com o grupo de direitos humanos Adalah, que está fornecendo defesa legal para os ativistas. Além disso, Israel impôs uma proibição de entrada de 100 anos para cada um deles.
Em suas declarações perante o juiz, os oito membros da tripulação do 'Madleen' que não foram deportados disseram que foram sequestrados e levados para Israel contra sua vontade e enfatizaram que sua "única missão era romper o bloqueio de Gaza", que eles descreveram como ilegal, "e entregar ajuda humanitária".
Os ativistas, que, de acordo com a lei israelense, podem ser detidos por 72 horas antes de serem expulsos à força, reclamaram de "condições insalubres, incluindo infestações de percevejos e falta de acesso a água potável", e um deles, o brasileiro Thiago Avila, está em greve de fome e sede desde o início da segunda-feira.
O grupo Adalah exigiu "sua libertação imediata e incondicional para que possam voltar para suas casas", enquanto se aguarda a decisão do tribunal.
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