Ilia Yefimovich/dpa - Arquivo
MADRID, 6 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades de Israel anunciaram neste domingo a prisão de oito pessoas suspeitas de participar de uma nova onda de ataques lançados por colonos na aldeia de Qusra, no norte da Cisjordânia, onde teriam ferido gravemente um palestino, além de terem atacado residências da região e incendiado dois galinheiros.
"Oito suspeitos, com idades entre 13 e 48 anos, foram detidos por se encontrarem em uma zona militar restrita e por seu suposto envolvimento no incidente, e foram levados para interrogatório", informou a Polícia israelense neste domingo em uma mensagem publicada em suas redes sociais, na sequência do "alerta de um ataque e incêndio provocado por cidadãos israelenses", pelo qual seus agentes se deslocaram na noite anterior a Qusra, juntamente com a Polícia de Fronteiras e as Forças de Defesa de Israel (FDI).
Após entrarem na localidade da Cisjordânia "para recolher provas", as forças de segurança israelenses detiveram essas oito pessoas. Além disso, a polícia informou que, durante a revista, "foram apreendidos um fuzil M-16 das IDF e uma réplica de airsoft".
A esse respeito, a agência de notícias palestina WAFA informou que, neste sábado, colonos israelenses atacaram um jovem palestino de 32 anos, que sofreu um “ferimento profundo na cabeça” em consequência da agressão. Da mesma forma, os detidos teriam incendiado duas granjas avícolas e tentado invadir várias residências na parte ocidental de Qusra.
Este novo ataque se soma a uma onda de agressões anteriores perpetradas por colonos israelenses em várias localidades palestinas no final do mês de março passado, deixando um saldo de, pelo menos, dez palestinos feridos, além de cinco cidadãos israelenses detidos no noroeste da Cisjordânia.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático