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MADRID, 29 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), estimaram em exatamente 56.500 o número de pessoas mortas na ofensiva desencadeada por Israel contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023, e também indicaram que o número de feridos já ultrapassou 133.400.
"O número de mortos pela agressão israelense subiu para 56.500 mártires e 133.419 feridos desde 7 de outubro de 2023", disse o Ministério da Saúde de Gaza em um comunicado publicado em sua conta no Telegram, onde afirmou que durante as últimas 24 horas 88 pessoas foram confirmadas como mortas (dois mortos recuperados dos escombros de bombardeios anteriores) e 365 feridos pelos ataques das tropas israelenses.
Ele também enfatizou que pelo menos 6.175 pessoas foram mortas e 21.378 ficaram feridas desde 18 de março, quando o exército israelense rompeu o cessar-fogo acordado em janeiro com o Hamas e relançou sua ofensiva, embora se tema que o número possa ser ainda maior porque as equipes de resgate não podem acessar várias áreas devido às operações militares israelenses.
Por fim, o Ministério da Saúde também abordou o número de vítimas dos ataques israelenses durante as criticadas entregas de ajuda dos EUA em Gaza. A esse respeito, a instituição informa que 583 pessoas foram mortas desde o início da distribuição e 4.186 outras ficaram feridas, com 18 mortos e 41 feridos nas últimas 24 horas.
Israel teve que desmentir na sexta-feira passada declarações de seus próprios militares ao jornal 'Haaretz' confirmando o uso de projéteis de artilharia contra a população que se dirigia a esses centros, cujos perímetros são guardados pelas Forças de Defesa de Israel.
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