MADRID 29 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), estimaram em mais de 60.000 o número de mortes causadas pela ofensiva desencadeada por Israel contra o enclave após os ataques de 7 de outubro de 2023, depois de acrescentar outras 113 mortes em apenas 24 horas.
O ministério da saúde de Gaza disse em um comunicado publicado em sua conta no Facebook que até agora 60.034 pessoas foram confirmadas como mortas e 145.870 feridas, antes de especificar que outras 637 pessoas ficaram feridas no último dia.
Ele também lamentou que, entre o número de mortos desde segunda-feira, pelo menos 22 tenham sido baleados por tropas israelenses enquanto tentavam obter ajuda humanitária. Isso eleva para 1.179 o número de mortos e 7.957 feridos durante as últimas operações da Fundação Humanitária de Gaza (GHF), apoiada pelos EUA e por Israel.
Além disso, as autoridades especificaram que 8.867 pessoas foram mortas e 33.829 ficaram feridas desde 18 de março, quando o exército israelense rompeu o cessar-fogo de janeiro com o Hamas e relançou sua ofensiva militar, embora se tema que o número seja maior devido às áreas inacessíveis às equipes de busca e resgate.
Além disso, o número de palestinos mortos por falta de alimentos aumentou para quase 150, incluindo pelo menos 88 crianças, um problema que disparou o alarme internacionalmente e provocou críticas generalizadas a Israel.
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