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Mas pede que essa medida “alcance todas as pessoas detidas injustamente” no país latino-americano MADRID 8 jan. (EUROPA PRESS) -
O secretário-geral da Organização dos Estados Americanos, Albert Ramdin, descreveu como “uma boa notícia” o fato de a Venezuela ter anunciado a libertação de um “número significativo” de presos, incluindo cidadãos venezuelanos e estrangeiros, dias após a captura de Nicolás Maduro durante um ataque dos Estados Unidos. “Esperamos que isso seja feito sem demora e que alcance todas as pessoas detidas injustamente. A Venezuela precisa que todo o seu povo possa contribuir de forma construtiva, em consonância com os princípios democráticos e os direitos fundamentais, para moldar seu futuro o mais rápido possível”, afirmou ele através de seu perfil na rede social X.
Anteriormente, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, havia anunciado a medida alegando que se trata de um gesto “em busca da paz” e agradeceu ao ex-presidente do governo José Luis Rodríguez Zapatero, ao presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva e às autoridades do Catar por sua mediação.
Posteriormente, o Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou que entre as pessoas afetadas pelas medidas estão cinco cidadãos espanhóis, entre eles um com dupla nacionalidade: os bascos Andrés Martínez Adasme e José María Basoa Valdovinos; o marinheiro canário Miguel Moreno Dapena; o valenciano Ernesto Gorbe Cardona; e a ativista hispano-venezuelana Rocío San Miguel.
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