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MADRID 7 mar. (EUROPA PRESS) -
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos denunciou nesta sexta-feira a "execução" de 69 membros da minoria alauíta, à qual pertence a família do ex-presidente Bashar al-Assad, nas localidades de Al Shir e Al Mujtariya, em operações realizadas perto de Latakia, no oeste do país.
A organização sediada em Londres, que conta com informantes no local, disse que vídeos e testemunhos coletados no último dia mostram evidências de "execuções arbitrárias" na área, que foi palco de confrontos recentes entre forças leais às novas autoridades sírias e facções armadas leais ao antigo regime de al-Assad.
Ele indicou que o número poderia ser maior e disse que todas as indicações são de que essas "execuções" foram realizadas pelas novas forças de segurança da Síria, enquanto realizavam uma operação na área costeira, que até agora resultou em quase 80 mortes.
Entre os mortos estão 37 membros das forças de segurança, 34 milicianos leais a al-Assad e pelo menos sete civis, de acordo com dados obtidos pelo Observatório. Além disso, dezenas estão desaparecidos.
Enquanto isso, fontes de segurança citadas pela Syria TV confirmaram que as forças leais às novas autoridades assumiram o controle do Colégio Naval em Latakia após os últimos combates, embora as operações ainda estejam ativas na área, onde os confrontos continuam.
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