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MADRID 4 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta quinta-feira para cerca de 950 o número de palestinos mortos pelos ataques de Israel desde a entrada em vigor do cessar-fogo em outubro de 2025, no âmbito do acordo para aplicar a proposta dos Estados Unidos para o futuro do enclave.
O Ministério da Saúde de Gaza indicou em um comunicado que, nesse período, foram registrados 947 mortos e 2.935 feridos, incluindo onze mortos e 32 feridos em ataques perpetrados pelo Exército de Israel contra a Faixa nas últimas 24 horas.
Além disso, informou que, desde outubro de 2025, foram recuperados 781 corpos de áreas das quais as tropas israelenses se retiraram em virtude do referido acordo, que determinava que se mantivessem dentro da “linha amarela”, que na época cobria pouco mais de 50% do enclave e que foi ampliada por ordem do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
Por fim, ele destacou que, desde o início da ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 — que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial — foram registrados 72.956 mortos e 173.043 feridos.
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