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MADRID, 20 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta segunda-feira para cerca de 1.160 o número de mortos em decorrência dos ataques perpetrados pelo Exército de Israel desde o cessar-fogo alcançado em outubro de 2025, na sequência da proposta dos Estados Unidos para o futuro do enclave.
O Ministério da Saúde de Gaza informou, em comunicado publicado nas redes sociais, que até o momento foram registrados 1.158 “mártires” e 3.756 feridos neste período, incluindo três mortos e 22 feridos em decorrência de ataques realizados nas últimas 24 horas contra o território costeiro.
Além disso, destacou que, durante esse período, foram recuperados 802 corpos de áreas das quais as tropas israelenses se retiraram, atualmente posicionadas na chamada “linha amarela”, que ocupa mais da metade de Gaza.
Por outro lado, afirmou que, desde o início da ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 — que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial — foram registrados 73.283 mortos e 173.864 feridos, embora tenha reiterado que há corpos espalhados pelas ruas e sob os escombros em locais aos quais é impossível acessar.
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