Publicado 07/09/2026 07:19

O número de palestinos mortos em ataques de Israel contra Gaza, apesar do cessar-fogo, já ultrapassa 1.350

7 de setembro de 2026, Gaza, Faixa de Gaza, Território Palestino: Palestinos participam do funeral de Mohammed Sukkar, que foi morto em um ataque israelense a oeste da cidade de Gaza, na Faixa de Gaza, em 7 de setembro de 2026. Sua família e parentes se r
Europa Press/Contacto/Mohammed Salha

Israel bombardeia o norte da Faixa de Gaza após “a explosão de uma bomba” na passagem de um veículo militar

MADRID, 7 set. (EUROPA PRESS) -

As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta segunda-feira para mais de 1.350 o número de palestinos mortos em decorrência dos ataques lançados por Israel desde o acordo de cessar-fogo firmado em outubro de 2025.

O Ministério da Saúde de Gaza informou em um comunicado que, nas últimas horas, foram confirmadas sete mortes — entre elas, duas pessoas que faleceram devido a ferimentos sofridos em ataques anteriores — e 30 feridos, o que eleva os totais para 1.352 e 4.511, respectivamente.

Além disso, o ministério destacou que as equipes de resgate recuperaram 826 corpos das áreas das quais as tropas israelenses se retiraram — agora posicionadas atrás da “linha amarela”, que ocupa mais da metade do território do enclave costeiro palestino — em conformidade com o referido acordo.

O ministério destacou ainda que, desde o início da ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 —que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial—, foram registrados 73.658 mortos e 174.622 feridos.

Por sua vez, o Exército de Israel confirmou nesta mesma segunda-feira um novo ataque contra “infraestrutura da organização terrorista Hamas” em Gaza, depois que, no domingo, uma bomba explodiu na passagem de um veículo militar “na área da ‘linha amarela’ no norte da Faixa”.

A porta-voz em árabe das Forças de Defesa de Israel (IDF), Ella Waweya, destacou em uma mensagem nas redes sociais que o incidente de domingo, que ela descreveu como “uma violação flagrante do acordo de cessar-fogo por parte do movimento terrorista Hamas”, não resultou em baixas entre os militares israelenses.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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