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MADRID, 16 jun. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Faixa de Gaza, controladas pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), elevaram nesta terça-feira para cerca de mil o número de mortos em ataques realizados pelo Exército de Israel contra o enclave desde a entrada em vigor, em outubro de 2025, de um acordo de cessar-fogo.
O Ministério da Saúde de Gaza indicou em um comunicado que, desde 11 de outubro de 2025, foram confirmados 997 mortos e 3.152 feridos pelas tropas de Israel, incluindo cinco mortos e oito feridos nas últimas 24 horas de “agressão israelense” contra o enclave palestino.
Além disso, destacou que, nesse período, foram recuperados 784 corpos de áreas das quais as tropas israelenses se retiraram em virtude do acordo. A “linha amarela” ocupava inicialmente pouco mais de 50% de Gaza, embora tenha sido ampliada desde então por ordem do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu.
O ministério declarou, por fim, que desde o início da ofensiva lançada por Israel após os ataques de 7 de outubro de 2023 — que deixaram cerca de 1.200 mortos e cerca de 250 sequestrados, segundo o balanço oficial — foram registrados 73.008 “mártires” e 173.260 feridos, embora tenha reiterado que ainda há cadáveres espalhados pelas ruas e entre os escombros dos prédios bombardeados.
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