Europa Press/Contacto/Marwan Naamani
MADRID 10 abr. (EUROPA PRESS) -
As autoridades libanesas elevaram para mais de 1.900 o número de mortos e para 6.300 o de feridos em decorrência dos ataques de Israel desde o último dia 2 de março, incluindo 357 mortos e 1.223 feridos na quarta-feira, quando o Exército israelense lançou seu maior ataque contra o Líbano nesta última ofensiva.
A Unidade de Riscos e Desastres precisou, em um comunicado, que 1.953 pessoas morreram e 6.303 ficaram feridas desde que as Forças de Defesa de Israel (FDI) e o partido-milícia xiita Hezbollah retomaram seus ataques, dias depois de Israel e os Estados Unidos lançarem sua ofensiva surpresa contra o Irã, matando o então líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei.
Esses números de vítimas incluem 357 mortos e 1.223 feridos como resultado da onda de ataques lançados por Israel contra território libanês, coincidindo com o cessar-fogo alcançado entre Washington e Teerã.
Este balanço ainda é preliminar, enquanto os serviços de emergência continuam avaliando os danos e devido à “grande quantidade de restos mortais, o que requer tempo para concluir os testes de DNA e confirmar a identidade das vítimas antes de se poder determinar o número final” das mesmas.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou nesta quinta-feira ter ordenado a manutenção de negociações diretas com Beirute para estabelecer relações pacíficas, mas insistiu que a trégua alcançada entre os Estados Unidos e o Irã nesta semana não se estenderá ao território libanês. Enquanto isso, as autoridades iranianas já condicionaram o início das conversas com Washington em Islamabad, no Paquistão, à cessação dos ataques no Líbano, bem como ao levantamento das sanções por parte dos Estados Unidos.
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