Europa Press/Contacto/Abdul Kader Al Bay
MADRID 22 maio (EUROPA PRESS) -
O governo do Líbano elevou nesta sexta-feira para mais de 3.100 o número de mortos e para 9.400 o de feridos em decorrência dos ataques perpetrados por Israel contra seu território desde o dia 2 de março passado, números que não pararam de aumentar apesar do cessar-fogo alcançado em meados de abril e prorrogado por duas vezes.
O Ministério da Saúde libanês precisou que 3.111 pessoas morreram e 9.432 ficaram feridas em consequência desses bombardeios israelenses, em um novo balanço divulgado pela agência de notícias estatal NNA.
Esses dados incluem a morte de 123 profissionais de saúde, sete a mais do que os 116 registrados no balanço divulgado pelas autoridades libanesas na véspera.
As últimas hostilidades em grande escala eclodiram no último dia 2 de março com o lançamento de projéteis pelo partido-milícia xiita Hezbollah contra território israelense, em resposta à ofensiva lançada em 28 de fevereiro por este último país e pelos Estados Unidos contra o Irã, à qual as FDI responderam com uma ofensiva e a invasão terrestre de parte do sul do Líbano.
Anteriormente, as partes haviam chegado a um cessar-fogo, especificamente em novembro de 2024, e após treze meses de combates na sequência dos ataques de 7 de outubro de 2023, embora, desde então, Israel tenha continuado a lançar bombardeios frequentes contra o país e mantido a presença de militares em vários pontos, argumentando que agia contra o Hezbollah, em meio a denúncias de Beirute e do grupo sobre essas ações.
Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático