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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O Ministério da Saúde libanês elevou nesta quinta-feira para mais de 300 o número de mortos e para 1.100 o de feridos devido à onda de ataques realizada na véspera pelo Exército de Israel contra seu território, coincidindo com a trégua de doze dias alcançada entre os Estados Unidos e o Irã.
O ministério estimou em 303 o número de mortos causados por esses bombardeios e em 1.150 o número de feridos, segundo um balanço ainda preliminar, enquanto as equipes de emergência avaliam a situação.
Ainda nesta quinta-feira, o governo do Líbano decidiu apresentar uma queixa “urgente” ao Conselho de Segurança das Nações Unidas devido a uma “escalada perigosa” da violência em seu território e, especialmente, em sua capital, Beirute.
O Exército de Israel emitiu, ao longo do dia, novas ordens de evacuação para os moradores de vários bairros no sul da capital libanesa, enquanto o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, anunciou que ordenou a manutenção de negociações diretas com o Líbano para estabelecer “relações pacíficas” e trabalhar em conjunto para “desmantelar” o partido-milícia xiita Hezbollah.
Os Estados Unidos e o Irã chegaram a um acordo nesta terça-feira para suspender a guerra por duas semanas, em meio aos esforços diplomáticos, liderados pelo Paquistão, para uma saída negociada do conflito. A frágil trégua foi posta em causa pelos bombardeios de Israel contra o Líbano. Teerã já alertou que “as negociações não fazem sentido” se a onda de ataques israelenses continuar.
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