MADRID 12 mar. (EUROPA PRESS) -
As autoridades do Líbano informaram nesta quinta-feira que já são quase 700 os mortos pelos ataques do Exército israelense contra o território libanês em resposta ao lançamento de projéteis pelo partido-milícia xiita Hezbollah após a morte do aiatolá Alí Jamenei no âmbito da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã.
O Ministério da Informação libanês indicou em um comunicado que o número de vítimas mortais já chega a 687, entre as quais 98 crianças e 52 mulheres. “Israel continua ameaçando expandir suas operações no país”, lamentou o ministro da Informação, Paul Morcos.
O governo de Israel ameaçou nesta quinta-feira “tomar” o Líbano para enfrentar a “ameaça” do Hezbollah, em meio à sua campanha de bombardeios e incursões terrestres em resposta ao lançamento de projéteis pelo grupo.
Assim, o ministro da Defesa israelense, Israel Katz, revelou ordens ao Exército para que “se prepare para expandir as atividades no Líbano e restaurar a paz e a segurança nas comunidades do norte (de Israel)”. “Prometemos paz e segurança às comunidades do norte e é exatamente isso que faremos”, enfatizou.
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