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MADRID, 24 mar. (EUROPA PRESS) -
O número de mortos em decorrência da ofensiva lançada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã aumentou para cerca de 1.560, um número que inclui cerca de 210 menores de idade, conforme confirmado nesta terça-feira pelo chefe da organização de emergências iraniana, Yafar Miadfar.
“Desde o início da Guerra do Ramadã até hoje, há 1.563 mortos”, disse Miadfar, que especificou que 208 são crianças, entre elas 168 alunas de uma escola feminina em Minab, segundo a emissora de televisão pública iraniana, IRIB. Além disso, ele afirmou que treze dos mortos tinham menos de cinco anos, incluindo um bebê de três dias.
A organização não governamental Human Rights Activists in Iran, com sede nos Estados Unidos, informa que a ofensiva deixou, até o momento, mais de 1.440 civis mortos, aos quais se somam cerca de 1.160 militares e cerca de 660 cuja identidade ainda não foi determinada.
Entre os mortos estão figuras de destaque como o líder supremo, o aiatolá Ali Khamenei; o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Ali Larijani; e os ministros da Defesa e da Inteligência, Aziz Nasirzadeh e Esmaeil Khatib, respectivamente, bem como altos cargos das Forças Armadas e de outros órgãos de segurança.
A ofensiva foi lançada em meio a um novo processo de negociações entre os Estados Unidos e o Irã para tentar chegar a um novo acordo nuclear, o que levou Teerã a responder atacando território israelense e interesses americanos na região do Oriente Médio, incluindo bases militares.
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