Publicado 03/04/2026 14:35

O número de mortos no ataque desta quinta-feira à ponte B1 em Karaj, no Irã, sobe para 13

TEERÃ, 30 de março de 2026  -- Esta foto, tirada em 29 de março de 2026, mostra veículos removendo escombros do lado de fora do prédio que abriga os escritórios da emissora catariana Al Araby TV, após um ataque com mísseis em Teerã, no Irã. A emissora cat
Europa Press/Contacto/Sha Dati

MADRID 3 abr. (EUROPA PRESS) -

As autoridades iranianas elevaram nesta sexta-feira para 13 o número de mortos no ataque perpetrado na véspera contra a ponte B1 de Karaj, localidade situada a cerca de 40 quilômetros a oeste da capital, Teerã, no âmbito da ofensiva dos Estados Unidos e de Israel contra o país asiático.

Isso foi informado em declarações à agência de notícias iraniana IRNA sobre um bombardeio que deixou, segundo um balanço preliminar divulgado nesta quinta-feira, quase uma centena de feridos.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esmail Baqaei, denunciou os ataques contra esse tipo de infraestrutura como um “crime de guerra terrorista ao estilo do Estado Islâmico”. Isso, segundo ele nas redes sociais, “revela uma verdade inegável: seu objetivo final é a destruição do Irã”.

Os Estados Unidos reivindicaram o ataque à “maior ponte do Irã”. “Ela desabou e nunca mais será utilizada. E isso é apenas o começo!”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em um novo aviso para que Teerã chegue a um acordo “antes que seja tarde demais”.

Depois de anexar um vídeo em que se observa um bombardeio contra uma ponte, ele prometeu intensificar a ofensiva contra mais pontes e usinas elétricas, em meio ao ultimato dado por Washington para fechar um acordo antes de 6 de abril.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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