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MADRID 21 maio (EUROPA PRESS) -
O governo libanês estimou nesta quinta-feira em quase 3.090 o número de mortos e em 9.400 o de feridos em decorrência dos ataques perpetrados pelo Exército israelense contra seu território desde o dia 2 de março, apesar do cessar-fogo em vigor acordado em meados de abril e posteriormente prorrogado.
O Ministério da Saúde precisou que 3.089 pessoas morreram, incluindo 116 profissionais de saúde, e 9.397 ficaram feridas em consequência dos bombardeios das Forças de Defesa de Israel (FDI), em um comunicado divulgado pela agência de notícias estatal NNA.
Este balanço não inclui uma nova vítima fatal que morreu ao ser atacada enquanto conduzia uma motocicleta na estrada que liga Al Hush a Al Bazuriyé, no distrito de Tiro, no sul do país, de acordo com a NNA.
As últimas hostilidades em grande escala eclodiram no último dia 2 de março com o lançamento de projéteis pelo partido-milícia xiita Hezbollah contra território israelense, em resposta à ofensiva lançada em 28 de fevereiro por este último país e pelos Estados Unidos contra o Irã, à qual as FDI responderam com uma ofensiva e a invasão terrestre de parte do sul do Líbano.
Anteriormente, as partes haviam chegado a um cessar-fogo, especificamente em novembro de 2024 e após treze meses de combates na sequência dos ataques de 7 de outubro de 2023, embora, desde então, Israel tenha continuado a lançar bombardeios frequentes contra o país e mantido a presença de militares em vários pontos, argumentando que agia contra o Hezbollah, em meio a denúncias de Beirute e do grupo sobre essas ações.
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