Marwan Naamani / Zuma Press / Europa Press / Conta
MADRID 15 abr. (EUROPA PRESS) -
O governo libanês estimou nesta quarta-feira em mais de 2.100 o número de mortos e em 7.000 o de feridos em decorrência dos ataques realizados pelo Exército de Israel desde o início de março, quando foram retomados os confrontos contra o partido-milícia xiita Hezbollah.
O Ministério da Saúde indicou em um comunicado que 2.167 pessoas morreram, incluindo 172 menores de idade, e outras 7.061 ficaram feridas, 656 delas menores, como resultado desses bombardeios.
Esses números incluem ainda 43 mortos e 140 feridos nas últimas 24 horas, apesar de delegações de ambos os países terem acordado nesta terça-feira continuar com as negociações de paz, durante um encontro patrocinado pelos Estados Unidos.
Durante a reunião, Beirute exigiu que Israel respeitasse o cessar-fogo alcançado entre as duas partes em novembro de 2024, uma exigência rejeitada pelo governo de Benjamin Netanyahu, alegando que ataca infraestruturas do Hezbollah.
Além disso, Beirute solicitou na última semana que a trégua alcançada na semana passada entre os Estados Unidos e o Irã fosse estendida ao território libanês, após mais de um mês de guerra desde a ofensiva lançada contra o país asiático no último dia 28 de fevereiro.
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