Europa Press/Contacto/Us Navy/U.S. Navy
“A próxima fase será ainda mais difícil para o Irã do que é agora”, afirma o secretário de Estado MADRID 2 mar. (EUROPA PRESS) -
O número de militares americanos mortos na ofensiva lançada no sábado contra o Irã para derrubar a República Islâmica aumentou para seis, conforme confirmado nesta segunda-feira pelo Comando Central do Exército dos Estados Unidos (CENTCOM). “Até às 16h, hora do leste, do dia 2 de março, seis militares americanos morreram em combate. As forças americanas recuperaram recentemente os restos mortais de dois militares cujo paradeiro era desconhecido em uma instalação atacada durante os primeiros ataques do Irã na região", indicou o CENTCOM em uma mensagem divulgada nas redes sociais. No entanto, o CENTCOM não quis revelar a identidade dos mortos, aguardando 24 horas desde que as famílias foram informadas. Na véspera, o Exército já havia informado a morte de quatro militares depois que um quarto soldado ferido faleceu devido aos ferimentos.
FASE “AINDA MAIS DIFÍCIL” O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, garantiu em declarações à imprensa no Capitólio que “a próxima fase será ainda mais difícil para o Irã do que é agora”. “Não vou revelar os detalhes de nossos esforços táticos, mas virão golpes mais duros por parte do Exército dos Estados Unidos”, disse ele.
Nesse sentido, reiterou que o objetivo da missão é “a destruição de suas capacidades de mísseis balísticos e navais”, bem como suas capacidades para fabricá-los. “Esperamos que o povo iraniano possa derrubar este governo e estabelecer um novo futuro para aquele país. Adoraríamos que isso fosse possível”, afirmou. Rubio defendeu que o aiatolá Alí Jamenei era “um clérigo radical”. “Todo esse regime é dirigido por clérigos radicais que não tomam decisões geopolíticas, mas decisões baseadas em sua visão da teologia, que é apocalíptica. Isso deve ser levado muito a sério”, argumentou.
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