Publicado 01/09/2026 02:19

O número de membros mortos em uma operação contra a Frente Carolina Ramírez, no sul da Colômbia, sobe para 20

26 de agosto de 2026, Bogotá, Distrito de Bogotá, Colômbia: O presidente colombiano Abelardo De La Espriella participa de um evento para anunciar os novos chefes militares de seu governo na Academia Militar de Cadetes José María Córdova, em Bogotá, Colômb
Europa Press/Contacto/Sebastian Barros

MADRID 1 set. (EUROPA PRESS) -

O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, elevou para 20 o número de “narcoterroristas” mortos na operação realizada pelas forças de segurança do país no departamento de Guaviare, no sul do país, contra a Frente Carolina Ramírez — uma dissidência das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) —, estando entre eles o conhecido como “Tigre” ou “Pintado”, chefe dessa mesma estrutura.

Batizada de “Operação Azarías”, a ação consistiu no bombardeio de — segundo afirmou o presidente em uma mensagem em vídeo — um “acampamento narcoterrorista das dissidências do narcoterrorista Iván Mordisco”. A operação, assegurou ele, teve um resultado “absolutamente extraordinário (...) que não se via na Colômbia há muitos anos”.

“Eliminamos 20 narcoterroristas, capturamos cinco — entre os quais se encontra o conhecido como ‘Víctor’, quarto líder no comando da estrutura — e resgatamos dois menores que se encontravam naquele acampamento”, destacou De la Espriella, acrescentando que foram apreendidos 26 fuzis, quatro metralhadoras, três pistolas, dez equipamentos de campanha e treze coletes multifuncionais.

Ao destacar o apelidado de ‘Tigre’ ou ‘Pintado’, o líder de extrema direita se referiu a ele como “um dos homens de confiança de Mordisco”, após o que, afirmou, as forças de segurança da Colômbia estão “cada vez mais perto” de Iván Mordisco.

“Cada gota de sangue que nossos cidadãos, nossos policiais e soldados derramaram por sua causa será cobrada como deve ser. Quando menos você esperar, uma bomba vai cair sobre você. Pode ter certeza disso. Vou fazer você pagar por todo o dano que causou à Colômbia”, declarou o chefe do Executivo latino-americano em uma mensagem dirigida ao próprio Mordisco.

Por sua vez, o ministro da Defesa da Colômbia, Jorge Mora, informou que tanto as forças militares quanto a polícia do país “continuarão atacando” as organizações criminosas “com firmeza e dentro dos limites da lei”.

Além disso, o general Mora deixou claro que “aqueles que empunham armas contra os colombianos terão a desmobilização como destino”, enquanto aqueles que “não se submeterem sofrerão todo o peso da lei por meio da ação contundente das Forças Públicas”.

A Frente Carolina Ramírez é uma estrutura armada dissidente das FARC que pertence ao Estado-Maior Central (EMC), sob o comando de “Iván Mordisco”. Atua principalmente no sul do país, com forte presença nos departamentos de Putumayo, Caquetá e Amazonas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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