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MADRID 25 jan. (EUROPA PRESS) -
A Associação Nacional do Rifle (NRA), o mais importante grupo de pressão dos Estados Unidos a favor da posse de armas de fogo, criticou o Ministério Público dos EUA por usar como desculpa para defender os agentes federais que mataram a tiros, neste sábado, o enfermeiro Alex Pretti, em Minneapolis, o fato de ele estar armado quando se aproximou das forças de segurança.
A NRA denunciou neste domingo um comentário feito pelo procurador adjunto da Califórnia, Bill Essaili, que indicou que “se você se aproximar das forças da lei com uma arma, há uma probabilidade muito alta de que elas estejam legalmente justificadas para atirar em você”.
A polícia de Minneapolis informou que Pretti tinha licença para portar armas de fogo e, portanto, estava legalmente habilitado a carregá-la consigo. Na verdade, no estado é até permitido exibi-las em público. A NRA indicou que as declarações de Essaili são “perigosas e equivocadas”. A Constituição dos EUA, em particular as 2ª, 4ª e 14ª emendas, proíbe os agentes da lei de atirar em cidadãos armados se eles não representarem uma ameaça iminente. “As vozes públicas”, acrescentou o lobby, “devem esperar pelo término de uma investigação completa, sem fazer generalizações e demonizar os cidadãos que respeitam a lei”.
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