MINISTERIO DE JUSTICIA DE BOLIVIA
MADRID 17 jun. (EUROPA PRESS) -
A nova ministra da Justiça da Bolívia, Jessica Saravia, assumiu seu novo cargo na segunda-feira em uma cerimônia liderada pelo presidente do país, Luis Arce, após a renúncia na sexta-feira do chefe anterior da pasta, César Siles.
A esse respeito, Arce explicou no evento, conforme relatado pela agência de notícias boliviana ABI, que, "tendo em vista a renúncia do nosso ministro da Justiça, que foi tornada pública no sábado, o governo nacional, assumindo a responsabilidade, instalou hoje uma nova autoridade para dar continuidade, para dar ao Ministério da Justiça o trabalho que nossa irmã Jessica, que tem sido até agora vice-ministra e agora está encarregada de todo o Ministério, continuará a fazer".
"Esse trabalho exigirá um esforço maior, irmã Jessica, é sempre assim, temos certeza de que ela o fará com todas as suas forças", disse o Presidente.
Saravia, por sua vez, prometeu "trabalhar incansavelmente para reverter" a falta de justiça rápida e transparente nos "setores mais vulneráveis".
Sua posse ocorreu no mesmo dia em que o presidente do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ), Romer Saucedo, acusou o ex-ministro Siles - que renunciou na sexta-feira passada alegando "rumores e acusações" contra ele - de ter supostamente promovido uma tentativa de "golpear o judiciário", em uma operação que ele descreveu como "uma afronta à democracia, um flagelo contra a vontade popular", conforme relatado no diário boliviano El Deber.
Além disso, como resultado da mesma investigação, o presidente do TSJ confirmou que "foi detida a integrante Claudia Castro, que faz parte dessa organização que estava tentando defenestrar e dar um golpe contra o Judiciário", embora tenha garantido que "mais operações" estão sendo realizadas.
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