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MADRID 24 maio (EUROPA PRESS) -
O Tribunal Penal Superior do Bahrein condenou nove pessoas à prisão perpétua e outras duas a três anos de prisão por crimes de terrorismo e espionagem em colaboração com a Guarda Revolucionária do Irã.
O Ministério Público informou que os réus colaboravam com a organização iraniana para “perpetrar ações hostis e terroristas contra o reino do Bahrein” e contra seus interesses nacionais, informa a agência de notícias oficial do Bahrein, BNA.
O tribunal ordenou, além disso, a apreensão de materiais relacionados ao caso.
Um dos réus trabalhou com a Guarda Revolucionária para recrutar outro dos acusados para vigiar e fotografar infraestruturas em todo o país. O segundo acusado se hospedava em hotéis e enviava as informações ao primeiro.
Um terceiro acusado, que trabalhava em uma casa de câmbio, utilizou contas bancárias do Bahrein e do Irã para receber fundos iranianos e distribuí-los em dinares a outros membros da rede. Outros dois teriam ajudado aquele que realizava as vigilâncias a passar despercebido, apesar de conhecerem o caráter “terrorista” de suas atividades.
Em um segundo caso, outro foragido recrutou até quatro pessoas dentro do Bahrein para realizar tarefas de vigilância para a Guarda Revolucionária.
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