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MADRID 17 out. (EUROPA PRESS) -
As autoridades da Nova Zelândia informaram nesta sexta-feira que retomaram a imposição de sanções contra o Irã porque Teerã está enriquecendo urânio a "níveis injustificáveis", uma medida que faz parte do mecanismo conhecido como 'snapback' e que envolve o restabelecimento dessas medidas pela ONU.
O ministro das Relações Exteriores da Nova Zelândia, Winston Peters, disse em um comunicado que essa decisão "reflete a profunda preocupação da comunidade internacional com o não cumprimento das obrigações nucleares do Irã".
Ele disse que a Nova Zelândia "tem apoiado consistentemente os esforços diplomáticos para evitar a proliferação de armas nucleares de qualquer tipo" e pediu ao Irã que "retorne às negociações e retome a cooperação total com a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA)".
As sanções, que entram em vigor no sábado, incluem um registro que será aplicado a partir de fevereiro, tornando obrigatório que os neozelandeses se registrem em uma lista para fazer negócios com o Irã.
"O programa de registro de negócios foi criado para garantir o comércio legítimo com o Irã, que deve necessariamente ser monitorado", disse Peters.
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