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MADRID 20 fev. (EUROPA PRESS) - O governo da Nova Zelândia anunciou nesta sexta-feira uma ampliação de sua lista de sanções contra a Rússia por sua invasão da Ucrânia, desencadeada há cerca de quatro anos por ordem do presidente russo, Vladimir Putin, desencadeando um conflito que continua em aberto devido à falta de um acordo de paz no processo de negociações em andamento.
O Ministério das Relações Exteriores da Nova Zelândia especificou que a lista foi modificada para incluir 23 pessoas, 13 entidades e 100 navios russos, sem mais detalhes e sem que as autoridades russas tenham respondido até o momento a essa decisão.
Além disso, enfatizou que tomou a decisão de reduzir o preço máximo do petróleo de origem russa de US$ 47,6 (cerca de € 40,5) para US$ 44,1 (cerca de € 37,5), em uma tentativa de afetar as receitas de Moscou.
As autoridades neozelandesas impuseram várias séries de sanções contra a Rússia em resposta à invasão da Ucrânia, medidas que afetam, desde março de 2022, o próprio Putin e outros altos funcionários do governo, entre eles o ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, e o primeiro-ministro, Mikhail Mishustin.
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