Publicado 17/03/2025 09:35

A nova edição de Las Edades del Hombre será inaugurada em um local exclusivo em Zamora no início de outubro.

As autoridades na entrada da Catedral durante a apresentação de Las Edades del Hombre em Zamora.
JCYL

ZAMORA 17 mar. (EUROPA PRESS) -

A nova edição de Las Edades del Hombre será inaugurada no início de outubro e encerrada no domingo de Páscoa de 2026, em Zamora, que será a única sede da exposição, depois de descartada a ideia de organizá-la em conjunto com Bragança e Porto.

O anúncio foi feito hoje pelo Ministro da Cultura, Turismo e Esporte, Gonzalo Santonja; pelo Bispo de Zamora, Fernando Valera, e pelo Secretário Geral da Fundação Ages of Man, Enrique Martín, que visitaram a Catedral de Zamora.

Os locais da exposição serão a própria Catedral, "o edifício mais representativo da cidade e um dos marcos da arquitetura românica, no qual o Governo Regional investiu quase dois milhões de euros", e a igreja de San Cipriano, "uma das igrejas mais antigas da cidade". Além disso, a igreja de San Isidoro será o ponto de divulgação, especialmente para os visitantes em idade escolar.

O conselheiro destacou a relevância do tema em torno do qual girará a exposição: "esperança, o lema deste ano jubilar, proposto pelo Papa Francisco, nos lembra que todos nós somos peregrinos nesta vida, chamados a partir em uma jornada, prontos para nos encontrarmos, para podermos levar esperança às situações de nossas vidas e contribuir para mudar o mundo para que a paz e a justiça reinem".

Os representantes institucionais lembraram que esse projeto cultural já ultrapassou doze milhões de visitantes, com quase quatro décadas dedicadas à conservação, pesquisa e divulgação do patrimônio cultural de Castilla y León, com mais de 5.300 obras de arte expostas em mais de 40 templos.

MODELO DE DESENVOLVIMENTO

Do ponto de vista econômico e social, Santonja garantiu que o projeto Ages of Man oferece um modelo de desenvolvimento "baseado nos bens do patrimônio cultural e representa uma oportunidade para o reconhecimento de atividades geradoras de emprego baseadas em recursos não localizáveis, vinculadas a trabalhos de restauração e turismo cultural".

Além disso, o conselheiro garantiu que a exposição será "muito comedida", sem um número excessivo de obras. Em princípio, a ideia é exibir cerca de 100 obras de arte. "As evidências nos dizem que exposições maiores não trazem mais visitantes ou visitas mais longas, porque as pessoas acabam se cansando e as veem correndo", apontou Santonja.

Por outro lado, o ministro afirmou que essa nova exposição será "uma verdadeira experiência turística", pois os visitantes que vierem vê-la também poderão complementar sua visita desfrutando dos templos românicos da cidade, do Museu Etnográfico de Castilla y León, bem como de sua gastronomia "rica e variada".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado