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Ele garante que o Equador "está em guerra" contra grupos criminosos e acusa alguns juízes de serem "cúmplices" por deixá-los em liberdade.
MADRID, 18 fev. (EUROPA PRESS) -
O presidente do Equador, Daniel Noboa, garantiu nesta terça-feira que o fornecimento de eletricidade do país "está garantido" até o final de 2025 e no próximo ano de 2026, confiante de que não haverá mais cortes de energia como os registrados no país durante grande parte do ano passado.
Noboa concedeu uma entrevista à TC Televisión na qual ressaltou que, graças às boas decisões de seu governo, bem como ao fim da seca, o Equador conseguiu resolver "problemas que poderiam ter sido solucionados em anos anteriores" e superar essa fase de crise, garantindo o fornecimento a toda a população.
"Há muito mais chuva e recuperamos 500 megawatts de geração (...) Por tudo o que temos feito ao longo dos anos, agora estamos vendendo energia para a Colômbia", disse Noboa, que garante que seu governo se concentrou em administrar "as áreas mais difíceis" e recuperar as usinas termoelétricas.
Durante a maior parte do ano passado, o Equador enfrentou uma seca sem precedentes que prejudicou significativamente a capacidade de produção de energia do país, forçando o governo de Noboa a decretar apagões para reduzir o consumo.
NOBOA SOBRE O CRIME: "ESTAMOS EM GUERRA".
Por outro lado, o presidente equatoriano enfatizou que garantir a segurança é um dos seus principais compromissos eleitorais com vistas ao segundo turno das eleições presidenciais, a ser realizado em 13 de abril, no qual ele enfrentará sua rival progressista, Luisa González.
Noboa iniciou seu mandato em meio a uma crise de segurança em que um grupo armado chegou a atacar o set da TC Televisión em Guayaquil. Na sequência, o presidente decretou estado de emergência e anunciou uma luta contra as gangues.
"Estamos em uma guerra e devemos agir de acordo", disse Noboa, que aproveitou o momento para atacar os juízes que libertaram alguns dos criminosos detidos pelas autoridades. "Eles devem ser denunciados como cúmplices", disse ele.
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