Publicado 03/08/2026 17:33

Noboa anuncia o envio de 4.000 policiais e militares a Quito

Archivo - Arquivo - 5 de março de 2026, Quito, Equador: O presidente do Equador, Daniel Noboa, profere um discurso durante um evento em comemoração ao 88º aniversário da Polícia Nacional, na Academia de Polícia Enríquez Gallo, em 2 de março de 2026, em Qu
Europa Press/Contacto/Isaac Castillo/Ecuador Presi

MADRID 3 ago. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Equador, Daniel Noboa, anunciou nesta segunda-feira o envio de 4.000 policiais e militares à capital do país, Quito, para reforçar a segurança e combater o recrudescimento da violência atribuída a grupos criminosos.

“Uma capital segura se traduz em um país seguro. Já defendemos uma vez esta cidade daqueles que pretendiam impor o caos e a anarquia; hoje faremos isso novamente (...) Aos que acreditam que podem intimidar o Estado e sua capital, digo apenas uma coisa: cada ataque terá uma resposta ainda mais forte”, afirmou ele em um vídeo divulgado nas redes sociais ao anunciar a operação.

O chamado Plano de Proteção de Quito contará com “2.000 policiais e 2.000 militares adicionais” em áreas de maior movimento, como escritórios, escolas, estações de metrô, pontos de ônibus, mercados, bancos “e bairros”, indicou o presidente. De acordo com o jornal “Primicias”, os efetivos serão mobilizados nos horários de maior movimento: das 4h às 11h da manhã e das 17h da tarde às 2h da madrugada.

O plano inclui também o uso de cerca de cem veículos e motocicletas e 20 drones para reforçar a capacidade de resposta das forças de segurança, que realizarão um maior controle nos acessos à capital equatoriana e nos “setores com maior presença de organizações criminosas”.

Até o momento, Quito e outros cantões de até dez províncias do país permanecem em estado de exceção devido à insegurança e aos elevados índices de violência.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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