Publicado 29/04/2026 19:46

Noboa acusa Petro de promover uma suposta "incursão" de guerrilheiros colombianos no Equador

O presidente da Colômbia pede ao seu homólogo que "pare de acreditar em mentiras" e o convida a construir a paz nas regiões fronteiriças

Archivo - Arquivo - 5 de março de 2026, Quito, Equador: O presidente do Equador, Daniel Noboa, profere um discurso durante um evento em comemoração ao 88º aniversário da Polícia Nacional, na Academia de Polícia Enríquez Gallo, em 2 de março de 2026, em Qu
Europa Press/Contacto/Isaac Castillo/Ecuador Presi

MADRID, 30 abr. (EUROPA PRESS) -

O presidente do Equador, Daniel Noboa, acusou nesta quarta-feira seu homólogo da Colômbia, Gustavo Petro, de promover uma suposta “incursão” de guerrilheiros colombianos pela fronteira norte compartilhada pelas duas nações.

“Várias fontes nos informaram sobre uma incursão pela fronteira norte de guerrilheiros colombianos, promovida pelo governo de (Gustavo) Petro”, indicou o mandatário equatoriano em uma mensagem publicada em suas redes sociais, na qual advertiu que Quito cuidará de sua “fronteira” e de sua “população”.

Em seguida, e em meio a tensões entre os dois líderes latino-americanos, Noboa instou seu homólogo colombiano a se dedicar a “melhorar a vida de seu povo, em vez de querer exportar problemas para países vizinhos”.

Por sua vez, o morador da Casa de Nariño respondeu minutos depois às palavras do chefe do Executivo de seu país vizinho, pedindo-lhe que “pare de acreditar em mentiras”, ao mesmo tempo em que aludiu à ideia de um encontro para tentar construir a paz nos territórios fronteiriços.

“Vá até a fronteira norte e encontre-se comigo para construirmos a paz nesses territórios; pare de acreditar em mentiras”, retrucou Petro, também em uma mensagem nas redes sociais.

Vale lembrar que, no último dia 19 de abril, Petro anunciou a interposição de uma ação penal contra Noboa, depois que este último questionou, em uma entrevista, o suposto encontro do presidente colombiano com o narcotraficante equatoriano José Adolfo Macías Villamar, conhecido como “Fito”.

“Decidi processar criminalmente o presidente Noboa por sua calúnia”, explicou então o líder colombiano, garantindo não conhecer “tal Fito nem seus amigos”.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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