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MADRID 30 mar. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitará a Hungria na próxima quarta-feira sem temer que seu homólogo Viktor Orbán execute o mandado de prisão que o Tribunal Penal Internacional emitiu contra o líder israelense, que está sendo investigado por crimes de guerra e crimes contra a humanidade no contexto da guerra contra o movimento islâmico palestino Hamas.
Orbán, um dos mais firmes aliados de Israel, rejeitou o mandado do TPI em novembro, apesar de seu país ser um estado-parte do Tratado de Roma, que serve como base legal para o tribunal, e acabou convidando o primeiro-ministro israelense para uma visita oficial.
Na época, o líder húngaro descreveu "o mandado de prisão como descarado, cínico e completamente inaceitável" e prometeu garantir a "liberdade e segurança" de Netanyahu durante sua visita oficial, que durará até segunda-feira.
Durante a visita, Netanyahu e Orbán discutirão a possível transferência da embaixada húngara de Tel Aviv para Jerusalém, o que seria mais uma ruptura com a doutrina da UE por parte do governo húngaro.
Bruxelas está seguindo a Resolução 478 de 1980 do Conselho de Segurança da ONU, que pede a todos os países membros da ONU que retirem de Jerusalém as embaixadas e missões diplomáticas em Israel.
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