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MADRID 15 fev. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, publicou neste sábado, após o fim do prazo do ultimato dado por Donald Trump para a libertação dos reféns sequestrados em Gaza, que convocou seu governo para "decidir os próximos passos".
Netanyahu "aprecia muito a liderança do presidente Trump e a coordenação contínua com os Estados Unidos", disse ele em uma declaração oficial de seu gabinete.
Ele também enfatizou que "a combinação de reforços das forças armadas em torno da Faixa de Gaza e a postura agressiva do presidente Trump levaram à libertação dos reféns hoje, apesar da recusa anterior do Hamas em libertá-los".
Netanyahu estava se referindo ao anúncio do Hamas de que estava suspendendo as libertações para denunciar o não cumprimento dos termos do cessar-fogo por parte de Israel. Em resposta, Trump emitiu um ultimato avisando que haveria um "inferno na terra" se as milícias palestinas não libertassem todos os reféns até o meio-dia, horário dos EUA, no sábado.
Após essa ameaça, o Hamas anunciou os nomes dos reféns e libertou efetivamente os israelenses, depois do que o próprio Trump deixou a cargo do governo israelense decidir o que fazer quando o ultimato fosse cumprido.
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