OFICINA DEL PRIMER MINISTRO DE ISRAEL
MADRID 4 maio (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, questionou no domingo mais uma vez o papel do Catar como intermediário na negociação de um acordo para a libertação de reféns israelenses mantidos por milícias palestinas na Faixa de Gaza.
"Tínhamos um acordo sobre reféns prestes a se concretizar que teria permitido a libertação de metade dos reféns, com a ajuda do Egito. Não vimos a cooperação do Qatar, por assim dizer, que teria permitido que esse acordo se concretizasse", disse Netanyahu em uma coletiva de imprensa com o presidente cipriota grego Nikos Christodoulidis.
O líder israelense explicou que "é isso que esperamos ver, o apoio de nossos amigos e a pressão daqueles que podem pressionar o Hamas".
Christodoulidis argumentou que a libertação dos reféns é uma "questão puramente humanitária e as questões humanitárias não têm aspectos políticos ou geopolíticos".
"Você está certo", ressaltou Netanyahu. "A libertação dos reféns e a repatriação de volta a Israel dos que estão vivos e dos que não estão é a exigência número um do ponto de vista internacional, moral e do senso comum", argumentou.
"Infelizmente, o Hamas não reconhece isso. É por isso que devemos aumentar a pressão tanto diplomática quanto militar e é isso que vamos fazer. Meu amigo, obrigado por ter vindo a Jerusalém", acrescentou, referindo-se à chegada de Christodoulidis ao Aeroporto Internacional Ben Gurion, nos arredores de Tel Aviv, poucas horas depois de um projétil Houthi do Iêmen ter atingido o aeroporto, ferindo seis pessoas.
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