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MADRID 20 ago. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, ordenou que as Forças de Defesa (IDF) "encurtem" os prazos "para tomar o controle dos últimos redutos terroristas e garantir a derrota do Hamas" na Faixa de Gaza, com o objetivo, entre outras coisas, de tomar a capital de Gaza.
O governo de Netanyahu aprovou a intensificação dessa ofensiva em 8 de agosto e, nas últimas horas, finalizou os planos concretos, que incluem a convocação de dezenas de milhares de reservistas. Ele também prevê o deslocamento maciço dos habitantes da Cidade de Gaza.
"Juntos venceremos", proclamou o primeiro-ministro em uma declaração na qual também expressou seu "grande apreço" pelos reservistas que já começaram a ser mobilizados e por suas famílias, bem como por todos os membros das forças armadas.
Os novos planos militares israelenses foram amplamente rejeitados pela comunidade internacional, que questiona o que considera ser uma nova violação da lei internacional e um primeiro passo para o agravamento da crise humanitária na Faixa.
Mais de 62.100 palestinos morreram em Gaza como resultado da ofensiva militar lançada por Israel em outubro de 2023, de acordo com o último balanço publicado na quarta-feira pelas autoridades de Gaza, que confirmaram mais 58 mortos e 185 feridos nas últimas 24 horas.
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