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MADRID 4 out. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, apareceu em um breve vídeo no sábado, no qual garantiu que espera que todos os reféns israelenses mantidos pelas milícias de Gaza sejam entregues em questão de dias.
"Espero que, com a ajuda de Deus, nos próximos dias, mesmo durante o feriado de Sukkot, possamos anunciar o retorno de todos os reféns, os vivos e os mortos, de uma só vez, com as Forças de Defesa de Israel ainda profundamente implantadas em Gaza", disse Netanyahu. O feriado judaico de Sukkot começa na segunda-feira à noite e dura uma semana.
O líder israelense aproveitou a oportunidade para criticar todos os líderes que afirmaram ser impossível o retorno dos reféns sem uma retirada total de Gaza e lembrou que até agora eles conseguiram recuperar 207 reféns. "Mas eu nunca desisti do resto dos reféns e nunca desisti do resto dos objetivos da guerra", enfatizou.
Netanyahu elogiou a coordenação dessa "iniciativa diplomática" com o presidente dos EUA, Donald Trump, para "reverter a situação" e mencionou o bombardeio dos EUA contra o Irã. "Em vez de um Israel isolado, haverá um Hamas isolado", argumentou.
O líder israelense enfatizou que a única razão pela qual o Hamas está disposto a entregar todos os reféns é a "pressão militar e diplomática".
Na primeira fase do plano apresentado por Trump, todos os reféns serão libertados e as forças armadas israelenses serão realocadas para posições que lhes permitam continuar monitorando Gaza.
Uma delegação israelense chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Ron Dermer, partirá para o Cairo para finalizar os "detalhes técnicos" da libertação dos reféns, explicou.
Em uma segunda fase, disse ele, "o Hamas será desarmado e a Faixa de Gaza será desmilitarizada". "Isso será feito diplomaticamente, de acordo com o plano de Trump, ou militarmente, por nós", alertou.
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