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MADRID 9 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, elogiou nesta quinta-feira as ações do Exército israelense no Líbano, onde já foram registrados mais de 1.500 mortos desde o início desta última ofensiva, e afirmou que “continuará atacando o Hezbollah com força e precisão”.
A declaração foi feita horas depois de as forças israelenses anunciarem a morte do “secretário pessoal” do líder do partido-milícia xiita Hezbollah, Naim Qasem, na onda de bombardeios realizada na véspera contra vários pontos do Líbano, que deixou mais de 200 mortos e mil feridos em apenas um dia.
“Em Beirute, eliminamos Ali Yusef Jarshi, o secretário pessoal do secretário-geral da organização terrorista Hezbollah, Naim Qassem, e um de seus homens mais próximos", destacou Netanyahu, que ressaltou, além disso, que o Exército atacou, "paralelamente e durante a noite", uma série de "infraestruturas terroristas no sul do Líbano".
Assim, ele afirmou que as áreas afetadas “são utilizadas para transferir milhares de armas, projéteis e sistemas de lançamento de foguetes, bem como para abrigar depósitos de munições e quartéis do Hezbollah”, conforme consta de uma mensagem divulgada nas redes sociais.
“Nossa mensagem é clara: quem agir contra os cidadãos de Israel será atingido. Continuaremos atacando o Hezbollah com força, precisão e determinação em qualquer lugar que for necessário, até que devolvamos a segurança total aos residentes do norte", concluiu.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, anunciou na quarta-feira um cessar-fogo e garantiu que “o Irã e os Estados Unidos, juntamente com seus aliados, concordaram com um cessar-fogo imediato em todos os lugares, incluindo o Líbano e os demais locais”, embora Israel tenha afirmado pouco depois que o Líbano não estava incluído no acordo e tenha lançado sua maior onda de bombardeios contra o país.
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