BENJAMIN NETANYAHU EN X - Arquivo
MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que aviões de guerra israelenses interceptaram aeronaves iranianas que se dirigiam à Síria no ano passado, na tentativa de resgatar o então presidente, Bashar al-Assad, que fugiu do país em dezembro para a Rússia, diante de uma ofensiva de jihadistas e rebeldes liderados pelo Hayat Tahrir al Sham (HTS), grupo liderado pelo atual presidente do país árabe, Ahmed al Shara.
"Eles (Irã e Líbano) tinham que resgatar al-Assad. E o que eles queriam era enviar um ou dois aviões para ajudá-lo. E nós impedimos. E nós impedimos isso. Enviamos alguns F-16 sobre os aviões iranianos que estavam indo em direção a Damasco e eles voltaram atrás", disse Netanyahu em um evento organizado pelo Jewish News Syndicate (JNS).
Nesse sentido, o chefe do governo israelense garantiu que Al Assad dependia em grande parte da milícia xiita libanesa Hezbollah, liderada por Hassan Nasrallah até sua morte nas mãos das Forças de Defesa de Israel (IDF) em setembro de 2024, fato que, segundo Netanyahu, facilitou a queda do governo sírio.
"Toda vez que (al-Assad) tinha problemas sérios, Nasrallah enviava milhares e milhares de combatentes para ajudá-lo. E agora ninguém estava lhe enviando combatentes. E agora ninguém estava lhe enviando combatentes. Então, obviamente, houve uma oportunidade da qual a Al Shara se aproveitou", disse Netanyahu.
Dessa forma, ele se concentrou na importância das ações militares de seu país para "quebrar o eixo", em referência ao Eixo de Resistência contra Israel liderado pelo Irã, que foi enfraquecido nos últimos meses pela situação na região, especialmente desde o início da ofensiva na Faixa de Gaza e no Líbano.
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