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MADRID 8 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou nesta quarta-feira que o Irã entra nas negociações com os Estados Unidos em um momento de fragilidade, quando se encontra “derrotado e mais fraco do que nunca”. “Este não é o fim da campanha. Isto é uma preparação para alcançarmos todos os nossos objetivos”, declarou.
“Ainda temos objetivos a cumprir e os alcançaremos por meio de acordo e consenso ou retomando a guerra, pois estamos preparados para fazê-lo quando for necessário. Nossos dedos estão no gatilho”, assinalou durante uma coletiva sem perguntas.
Netanyahu destacou que Teerã aceitou abrir o Estreito de Ormuz após renunciar a todas as suas exigências, como o levantamento das sanções, indenizações, o fim definitivo da guerra e um cessar-fogo no Líbano.
“Deixei claro que o cessar-fogo temporário com o Irã não incluirá o Hezbollah. Hoje desferimos o golpe mais duro que ele já sofreu. Atacamos 100 alvos em 10 minutos em locais que o Hezbollah acreditava estarem protegidos", argumentou.
O primeiro-ministro israelense — que também garantiu que o acordo não pegou Israel “de surpresa”, mas foi coordenado com o lado israelense — afirmou que suas forças “fizeram o regime terrorista de Teerã retroceder décadas”. “Nós minamos seus alicerces”, declarou.
Delegações do Irã e dos Estados Unidos manterão conversações a partir desta sexta-feira, 10 de abril, na capital do Paquistão, Islamabad, conforme confirmou nesta quarta-feira o primeiro-ministro do país, Shehbaz Sharif.
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