OFICINA DEL PRIMER MINISTRO DE ISRAEL
MADRID 13 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, destacou neste domingo que “a guerra continua”, durante sua visita ao sul do Líbano, região sobre a qual, desde o último dia 2 de março, pesa uma ofensiva do Exército israelense, que alega realizar operações contra o partido-milícia xiita libanês Hezbollah, enquanto o número oficial de mortos no país invadido já ultrapassa os dois mil.
“A guerra continua, inclusive dentro da zona de segurança no Líbano, onde estive há pouco”, afirmou Netanyahu em um vídeo publicado em suas redes sociais, no qual, cercado por membros das forças de seu país, declarou que “frustraram a ameaça de uma invasão vinda do Líbano” graças a essa zona de segurança.
Assim, afirmando ter realizado “um trabalho enorme”, além de “grandes conquistas”, o líder israelense destacou que ainda “há mais a ser feito”, enquanto continuam “enfrentando os foguetes de alta trajetória”.
“Mudamos o panorama do Oriente Médio”, defendeu ele, acrescentando que os “inimigos” de Israel queriam sua “destruição”, mas “agora lutam simplesmente por sua própria sobrevivência”.
Desde o final do mês de março passado, Israel acelerou sua invasão do sul do Líbano, objetivo primordial do Exército israelense, que busca a criação de uma zona de exclusão com o norte de Israel, alvo de ataques das milícias do partido xiita.
Enquanto isso, o balanço oficial do Ministério da Saúde do Líbano estima em mais de 2.050 o número de mortos — entre eles, 165 crianças — da campanha militar israelense, que também deixou quase 6.600 feridos, incluindo 644 crianças.
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