OFICINA DEL PRIMER MINISTRO DE ISRAEL
MADRID 29 abr. (EUROPA PRESS) -
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, admitiu nesta terça-feira que menos de 24 reféns ainda estão vivos na Faixa de Gaza, mais de um ano e meio depois que milicianos islâmicos lançaram ataques sem precedentes em território israelense, que inicialmente deixaram cerca de 1.200 mortos e 240 reféns sequestrados.
Netanyahu atualizou o número durante uma reunião para marcar as próximas comemorações do Dia da Independência, observando que uma "missão importante" hoje é recuperar os reféns ainda mantidos em cativeiro em Gaza. "Até agora, recuperamos 196 de nossos reféns, 147 vivos", disse ele, antes de observar que "até 24 outros" ainda estavam vivos.
"Menos", disse então sua esposa, Sara Netanyahu, ao que o primeiro-ministro respondeu ressaltando que havia usado a expressão "até" para supor que o número real poderia ser menor do que os 24 que estão sendo considerados atualmente pelo governo.
A troca de reféns por prisioneiros palestinos foi interrompida desde que Israel rompeu unilateralmente o cessar-fogo há mais de um mês, o que gerou críticas das famílias e de parte da oposição política, que acusam o governo de colocar outros interesses acima do bem-estar dos cidadãos desaparecidos.
O primeiro-ministro, no entanto, também usou o discurso para reivindicar supostas vitórias militares e diplomáticas nos últimos anos contra o Irã, o grupo libanês Hezbollah, o regime de Bashar al-Assad na Síria e os rebeldes Houthi no Iêmen.
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