Publicado 30/10/2025 19:04

O navio de guerra americano "USS Gravely" navega no Caribe após deixar Trinidad e Tobago.

Archivo - Arquivo - 24 de janeiro de 2022, Mar Mediterrâneo: Os EUA colocam 8.500 soldados em alerta máximo em meio a temores sobre a Ucrânia. O porta-aviões USS Harry S Truman está agora sob o comando da OTAN no Mediterrâneo. FOTO DE ARQUIVO TIRADA EM: 2
Europa Press/Contacto/Seaman Gabriela Chambers

MADRID 30 out. (EUROPA PRESS) -

O governo dos Estados Unidos confirmou nesta quinta-feira que retirou o navio de guerra USS Gravely do país caribenho de Trinidad e Tobago depois de concluir seus exercícios militares conjuntos, em meio a tensões com a Venezuela sobre a estratégia dos EUA para o tráfico de drogas na região.

Um porta-voz do Escritório de Informações da Marinha dos EUA garantiu à Europa Press que o destróier de mísseis guiados deixou a zona de Trinidad e Tobago, mas se recusou a confirmar a data de sua partida.

"Não posso confirmar a data. Posso confirmar que ele está navegando no Caribe", disse o porta-voz, antes de explicar que há outros dois destróieres na área: o USS Stockdale e o USS Jason Dunham.

A chegada do navio a Port of Spain gerou uma nova crise diplomática, neste caso entre as autoridades venezuelanas e de Trinidad e Tobago, o que levou à suspensão do acordo energético entre os dois países e à declaração da primeira-ministra de Trinidad e Tobago, Kamla Persad-Bissessar, como persona 'non grata' pela Assembleia Nacional da Venezuela.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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