Publicado 13/05/2025 06:23

Nações Unidas denunciam "clima de medo" na Venezuela e pedem a libertação "imediata" de prisioneiros

HANDOUT - 07 de maio de 2025, Rússia, Moscou: O presidente venezuelano Nicolas Maduro chega ao Grande Palácio do Kremlin em Moscou. Foto: Alexander Kryazhev/Kremlin/dpa - ATENÇÃO: uso editorial apenas e somente se o crédito mencionado acima for mencionado
Alexander Kryazhev/Kremlin/dpa

MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -

O Escritório de Direitos Humanos da ONU expressou mais uma vez sua preocupação com a detenção e o desaparecimento "forçado" de pessoas críticas ao governo venezuelano, por entender que isso alimenta "um clima de medo" no país sul-americano, e pediu a libertação "imediata" de todos aqueles que possam ter sido presos arbitrariamente.

A "intimidação" e a "perseguição" se intensificaram desde as polêmicas eleições presidenciais de julho de 2024, disse uma porta-voz do escritório, Liz Throssell, que citou entre os casos mais recentes a prisão do advogado Eduardo Torres, que foi detido a caminho de casa em Caracas na semana passada.

A ONU está ciente da morte de pelo menos três opositores desde as eleições e solicitou uma investigação "completa" e "independente", além de pedir às autoridades que também forneçam informações sobre o paradeiro e a situação daqueles que permanecem detidos.

Por outro lado, e em meio a essas "crescentes restrições ao espaço cívico", Throssell solicitou a revogação da chamada Lei de Controle, Regularização, Desempenho e Financiamento de Organizações Não Governamentais e Organizações Sociais Sem Fins Lucrativos, que ele considera ter sido redigida de forma "vaga" e que, em última análise, "prejudica os direitos à liberdade de expressão e associação".

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

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