Europa Press/Contacto/Maksim Konstantinov
MADRID 2 out. (EUROPA PRESS) -
Um tribunal colombiano ordenou na quarta-feira a prisão de uma mulher e dois oficiais militares por seu suposto envolvimento em uma rede com a qual supostamente se infiltraram no círculo de segurança do presidente Gustavo Petro.
Trata-se de Luisa Fernanda Salgado, bem como do major Pedronel Jiménez e do sargento Cristian Padilla, que ajudaram a primeira a "entrar em instalações oficiais, envolver-se em reuniões e procedimentos de inteligência, fazendo-se passar por capitão do exército", conforme indicado pela Promotoria, acusando-os dos crimes de conspiração agravada para cometer um crime, simulação de investidura, divulgação de segredos e fraude processual.
Os militares "enganaram os funcionários públicos ao apresentar Salgado como oficial de inteligência sob a posição de S2 do batalhão", de acordo com o Ministério Público, o que permitiu que a mulher participasse de reuniões de alto nível e obtivesse acesso a informações reservadas, confidenciais e secretas sobre operações militares e policiais.
Os eventos ocorreram entre outubro de 2024 e abril de 2025, quando Salgado supostamente participou de pelo menos cinco reuniões se passando por uma oficial de alto escalão do exército colombiano, de acordo com a W Radio, enquanto a estação de rádio Radio Caracol informou que ela participou de 36 reuniões no Batalhão da Guarda Presidencial.
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