Europa Press/Contacto/Michael Brochstein
MADRID 24 jul. (EUROPA PRESS) -
As autoridades israelenses acusaram uma mulher na quinta-feira por supostamente planejar o assassinato do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, uma decisão que ela supostamente tomou depois de ser diagnosticada com uma doença terminal, de acordo com o escritório do Ministério Público.
A promotoria disse na acusação que a mulher, que está na casa dos 70 anos e cuja identidade não foi revelada, esteve envolvida em "protestos políticos" contra o governo israelense, antes de acrescentar que o diagnóstico a levou a "tomar a decisão de assassinar o primeiro-ministro de Israel, 'sacrificando' sua vida para lutar contra o governo para 'salvar' o Estado de Israel".
Ele disse que a mulher teria tentado elaborar seus planos junto com outras pessoas, embora uma segunda mulher tenha se oposto a essa possibilidade. No entanto, a acusada pediu ajuda para obter uma granada propelida por foguete para realizar o ataque a Netanyahu e para obter informações sobre seus movimentos a fim de cometer o assassinato.
De acordo com relatos da televisão Arutz Sheva, essa segunda pessoa entrou em contato com um advogado quando a suspeita não pôde ser dissuadida de seu plano, após o que as autoridades foram informadas. A promotoria exigiu que ela permanecesse em prisão domiciliar durante o processo devido ao risco de que ela tentasse executar seus planos se fosse libertada.
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