Publicado 13/05/2025 11:19

MSF reduz sua equipe no hospital bombardeado por Israel no sul de Gaza na terça-feira.

GAZA, 12 de maio de 2025 -- Palestinos inspecionam uma escola danificada após um ataque aéreo israelense no campo de refugiados de Jabalia, no norte da Faixa de Gaza, em 12 de maio de 2025.
Europa Press/Contacto/Mahmoud Zaki

MADRID 13 maio (EUROPA PRESS) -

A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) anunciou a redução de sua equipe no Hospital Naser, localizado na cidade de Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, depois que um bombardeio israelense atingiu um prédio e matou pelo menos duas pessoas.

O ataque, o segundo no mesmo prédio em duas semanas, forçou a suspensão de consultas ambulatoriais e representa, de acordo com MSF, o mais recente exemplo de "comportamento terrível" repetido desde o início da ofensiva militar israelense em outubro de 2022.

"Esses ataques a instalações médicas colocam em risco nossos pacientes e funcionários", disse a organização nas mídias sociais, onde também lamentou os recursos limitados disponíveis para os profissionais de saúde na Faixa de Gaza devido ao bloqueio israelense de suprimentos básicos.

O exército israelense confirmou sua responsabilidade pelo bombardeio e argumentou que foi um "ataque direcionado" contra o Hamas, alegando que o grupo "operava em um complexo" nas proximidades do hospital para "planejar e executar conspirações terroristas contra as forças e os cidadãos israelenses".

As autoridades de Gaza, por sua vez, afirmam que o alvo do ataque era o fotojornalista palestino Hassan Asli, editor da agência de notícias Alam24, que foi morto no atentado junto com outra pessoa. De acordo com a MSF, o incidente também deixou outras doze pessoas feridas.

Esta notícia foi traduzida por um tradutor automático

Contenido patrocinado