MARIAM ABU DAGGA - Arquivo
MADRID 6 mar. (EUROPA PRESS) -
A ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) condenou nesta quinta-feira o ataque ocorrido no domingo contra o hospital Al Shabura, em Rafah, localizado no sul da Faixa de Gaza, que resultou na morte de um palestino.
A coordenadora de emergência da organização, Myriam Laaroussi, disse em uma mensagem na mídia social que "embora não seja possível confirmar a origem dos tiros, eles vieram de áreas sob controle israelense".
Ele lamentou que o ataque tenha forçado a equipe do centro de saúde a se abrigar dentro da clínica, cujo prédio também foi danificado. "Tais ataques estão aumentando apesar do cessar-fogo e estão tirando vidas humanas", disse ele, acrescentando que tais incidentes são "inaceitáveis".
"Isso coloca em risco a vida de nossos pacientes e de nossa equipe", disse ele. "Estamos assustados e ansiosos, e os pacientes estão confusos. Tivemos que nos sentar no chão e esperar que o tiroteio parasse", disse Mohamad Afana, que também trabalha para MSF.
Ele disse que estava "em constante temor" pelo bem-estar dos pacientes por causa do acesso limitado aos recursos médicos em Rafah. "Precisamos de mais apoio", acrescentou.
"As pessoas não têm acesso adequado aos serviços de saúde e o sistema foi destruído pelas forças israelenses durante a guerra. É imperativo que essas instalações sejam protegidas e respeitadas", disse Afana.
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